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domingo, 12 de julho de 2026

The King of Fighters XVI: O que melhorar!




Art of Fighting Team:

Ryo Sakasaki:



1: Voltar a ter o Ko’ou Ken projétil ou termos duas versões dele: Uma projétil (Art of Fighting e KOF’s 94, 95 e KOF’98 Versão EX) e outra com o Ko’ou Ken de alcance curto.

KOF XV fez um meio termo, onde o Ko’ou Ken versão EX é a versão projetil, porém ainda não é possível utilizar ele sempre, pois gasta barra de Power.

2: Melhorar o designer! Ele está muito forte. Deveria voltar com o designer clássico dos KOFs antigos, onde ele está mais magro, parece mais ágil e mais estiloso.

O modelo 3D feito dele no jogo “Super Smash Bros. Ultimate” Captura melhor a essência do designer clássico.


Segue Exemplos de Comparações:


OSS:


Ryuuko Rambo - Kyokugenryu Ougi:



Parry em Baixo:

Frente + A:



Ikari Warriors Team:


Ralf Jones:

 


1: Devolver o golpe de arremesso de comando “Super Argentine Backbreaker”.






sexta-feira, 5 de julho de 2024

Top Jogos Preferidos

Meu Top Jogos Preferidos de Todos os Tempos:


1º Real Bout Fatal Fury:
    Real Bout Legend of the Hungry Wolf



Razão: Melhor história (Por mais básica que seja, é a culminação de toda a serie, o confronto final entre Terry e Geese, e onde Terry adota Rock, pavimentando o caminho para o jogo "Mark of the Wolves"), melhor trilha sonora da serie. Meu final preferido dos jogos de luta (Terry Vs. Geese, sendo essa, minha luta preferida).


2º The King of Fighters'97:



Razão: Melhor história (O Final do Time Tesouro Sagrado Vs. Orochi é o melhor da franquia), ótima trilha sonora (Peca em não ter musica em todas as partidas e personagens), ótima jogabilidade (Todos os golpes saem fácil e os combos são simples de se executar), melhores lutas (Kyo, Iori e Chizuru Vs. Yashiro, Shermie e Chris e depois Vs. Orochi. Clark & Ralf Vs. Leona Orochi. Kyo Vs. Iori Orochi e também após a batalha contra Orochi).


3º Castlevania: Symphony of the Night:  Demon Castle Dracula X: Nocturne in the Moonlight



Razão: Jogo que mais joguei e finalizei na vida (desconsiderando talvez, os jogos de luta). Comecei a aprender inglês de tanto jogar e decorar os diálogos americanos e depois jogar uma rom traduzida. Talvez a melhor trilha sonora de jogos, jogabilidade viciante e fácil. Personagens memoráveis. Traço magnifico de arte e história diferenciada para a época (Belmont sendo controlado para enfrentar qualquer ameaça a Drácula e mostrar pela primeira vez como Drácula se importava com sua família e principalmente sua esposa, Lisa e por isso (e outras) virou vilão). 


4º Mega Man X5:  Rockman X5



Razão: Melhores lutas da série (X Vs. Zero e Ambos Vs. Sigma com corpo criado pelo Dr. Wily), ótima trilha sonora e jogabilidade. História mais épica da franquia (Já começamos o jogo enfrentando o Sigma, alá Castlevania SOTN, onde já começamos enfrentando o Drácula, Plano de espalhar o Virus, Zero Despertado/Sua versão mais forte e a realização do plano do Dr. Wily, união dos dois principais vilões da franquia, Sigma e Dr. Wily, luta prometida entre X e Zero (Desde o X2)).


5º Street Fighter Alpha 2 Gold:
    Street Fighter Zero 2 Dash:




Razão: Melhor visual da série. 2º melhor jogabilidade, musicas excelentes (Remix do SF2), ótimo narrador, e ótimo elenco. Melhores lutas e finais (Ken Vs. Ryu, Ryu Vs. Gouki/Akuma, Ryu Vs. Sagat. Gouki/Akuma Vs. Gen, Adon Vs. Sagat, etc...)


6º Capcom Vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001:
    Capcom Vs. SNK 2: 
Millionaire Fighting 2001




Razão: Meu crossover preferido, pois é união das minhas duas empresas de jogos preferidas. O melhor jogo onde posso jogar com Terry e Ken juntos, podemos ver confrontos como: Ryu Vs. Kyo, Terry Vs. Ken, Chun-Li Vs. Mai, Akuma Vs. Rugal, etc... Ótima jogabilidade e trilha sonora. A historia, por mais basica que seja, é muito épica. Excelente a sensação de cumprir com os requesitos para enfrentar Shin Akuma e God Rugal.

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Yu-Gi-Oh! Millennium Duels – Uma experiência legal de um jogo ruim

 Yu-Gi-Oh! Millennium Duels – Uma experiência legal de um jogo ruim:


Millennium Duels foi lançado em Março/Abril de 2014 para PS3 e X-Box 360, foi produzido pela “Other Ocean Interactive” e é tecnicamente a sequencia do jogo “Yu-Gi-Oh! 5D's Decade Duels Plus”, inclusive compartilha dos DLCs deste ultimo.

Esse jogo já era considerado “desinteressante/ruim” em sua época de lançamento mesmo pelos seguintes motivos:

1 – As cartas mais famosas e fortes são DLCs: É fã do Mago Negro, Dragão Branco de Olhos Azuis, Dragão Negro de Olhos Vermelhos, Mago do Tempo, etc...? Nem compre esse jogo, essas e muitas outras cartas só são obtidas através de compras de Packs de DLC, que inclusive, entregam cartas aleatórias, você não terá certeza qual carta você ganhará quando comprar o Pack.

2 – Não possui coisas a mais: Não possui dublagem e nem diálogos pros personagens, não possui animação para nenhuma carta, principalmente pros monstros e não possui historia, digo, até tem uma historia, mas é tão “vazia” que você nem nota ela.

3 – Não é possível editar o Deck dos oponentes: Os decks dos personagens neste jogo são muito bons em minha opinião (que inclusive falarei mais sobre isso nos pontos positivos), mas não deixar o jogador criar decks para nós mesmos enfrentarmos conforme ganhamos mais cartas, limita a diversão e deixa as coisas “entediantes ou repetitivas” depois de um tempo.

4 – Reutiliza musicas e imagens da série Tag Force: Reutilizar musicas e imagens em si não é ruim, “The Duelists of the Roses” reutiliza e remasteriza musicas dos jogos de GBA e mesmo assim tem uma das, se não a melhor, trilha sonora da franquia nos jogos, mas eles escolheram as musicas mais normais, fracas da série Tag Force para utilizar aqui, fora que não utilizaram a imagem do Judai/Jaden da 4º Temporada do anime, que seria a do Tag Force 3, deixando o personagem desatualizado, como exemplo de não pegarem a melhor imagem pro jogo também.

Sabendo disso e na época tendo acesso a simuladores como “YGOPRO” e outros jogos oficiais melhores feitos, é difícil que um fã tenha interesse nesse jogo, mas eu comprei ele, joguei e tive uma experiência até que agradável com ele, seguindo uma certa visão que percebe durante a jogatina, que seria a seguinte:

O jogador é um personagem original do jogo e possui um deck inicial “comum”, mas efetivo para o jogo, não possui cartas muitos famosas ou associadas a nenhum personagem da franquia e... isso é interessante!

O Personagem Original do Jogador

Diferente de Pokémon, por exemplo, onde por mais que associemos Pikachu com o Ash/Satoshi, que todo Meowth é igual o da Equipe Rocket, naquele universo, existem milhares de Pikachus, Charizards, Meowth, etc... Inclusive no próprio anime é mostrado um Meowth do personagem Tyson vencendo o Pikachu de Ash como sendo um Pokémon muito forte e habilidoso, diferente do da Equipe Rocket, porém o meu ponto é que em Yu-Gi-Oh!, as cartas não são tão comuns assim, o Dragão Branco de Olhos Azuis é dito como tendo apenas 4 copias no mundo, sendo 3 de Seto Kaiba e uma de Sugoroku Mutou, que foi rasgada por Kaiba, somente Yugi utiliza o Mago Negro (O Personagem Pandora utiliza uma copia falsa), o Dragão Negro de Olhos Vermelhos, Dragão Bebê e Mago do Tempo são cartas do Jonouchi (GX meio que ignora isso com o Dragão Negro, mas eles fizeram uma copia do Rá, então é meio estranho como o estúdio NAS tratou aquele mundo, mas tudo bem...) e por isso o jogador ter um deck “único” dá uma certa identidade pra nós como “personagem” que nos diferencia dos personagens da franquia.

Esse deck, além de ser único para nós, e a limitação de não termos as cartas mais famosas e fortes, também ajudam a deixar “aceitável” a dificuldade em enfrentarmos os decks dos personagens do anime, por que não teria muita graça se utilizássemos um deck meta contra o Yami Yugi, pois ele seria derrotado muito rapidamente e isso nós leva ao próximo ponto interessante que eu inclusive citei nos pontos negativos, que é:

Os decks dos personagens: Esse é um dos jogos em que os decks criados para os personagens me agradam mais, pois me passam muito a ideia de que estou realmente enfrentando o Yami Yugi, Seto Kaiba, Jounochi, Pegasus, Etc... Não só por que foram montados utilizando grande parte de suas cartas no anime/mangá, mas também pelo fato de nosso deck estar extremamente limitado pelos DLCs e pela Banlist da época, que possibilita a CPU utilizar esses decks e ainda sim eles serem “desafiadores”.

E é basicamente essa a experiência que me fez “gostar” deste jogo, a ideia de eu ter um deck “próprio” e poder enfrentar uma simulação dos personagens do anime/mangá onde sinto a impressão de enfrentar os próprios personagens, ignorando os erros da CPU (risos), mesmo que acompanhado de várias limitações pro jogador. É uma experiência muito especifica e dificilmente agrada muita gente, eu mesmo prefiro ter todas as cartas acessíveis sem a necessidade de utilizar dinheiro real para obtê-las e criar qualquer deck que eu quiser, fora a trilha sonora, diálogos, historia, etc... mas não posso dizer que não tive uma experiência “legal” no meio de tanta “preguiça” que foi feita neste jogo.

Recomendo o jogo? Nenhum pouco, é melhor que você compre o Legacy of the Duelist: Link Evolution dos jogos mais atuais para se divertir.

domingo, 28 de agosto de 2016

Mighty No. 9

Mighty No. 9 significa Poderoso Numero 9. 

Minhãs Impressões!



Pequena Introdução:



Este jogo surgiu da iniciativa de Keiji Inafune (Empresa Comcept), um dos principais desenvolvedores dos jogos da serie Rockman/Mega Man produzido pela Capcom, que utilizou do site “Kickstarter” para arrecadar fundos com a intenção de criar um novo 'Mega Man', visto que sua proprietária parece não saber mais pra qual direção levar a franquia (Com direito a cancelamento de dois títulos 'Mega Man Universe' e 'Mega Man Legends 3') e portanto, nunca mais ouve o lançamento de um titulo novo. Sofrendo de uma especie de 'abstinência', fãs ao redor do mundo viram nisso a oportunidade de ter finalmente um novo jogo da serie e foram em massa doar dinheiro para o projeto que inicialmente necessitava de R$ 900,000 para sua realização e eles conseguiram isso em apenas DOIS DIAS! (Loucura) e com isso os desenvolvedores começaram a acrescentar metas de arrecadações para colocar mais conteúdo no jogo. No fim, eles conseguiram arrecadar US$ 4 milhões e o jogo foi produzido e lançado nos dias 21 de Junho (Japão) e 24 de Junho (Mundialmente) de 2016 após vários atrasos.

O Jogo:

Historia:

Resumo: Dr. William White criou os robôs chamados 'Mighty Numbers (Números Poderosos)' para lutarem entre si no “Coliseu de Batalha” como entretenimento e para mostrar as pessoas o talento do próprio White, que trabalha junto com o Dr. Sanda. De repente, os Mightys foram tomados por uma especie de vírus, saem do controle e começam a destruir os lugares, então Dr. White envia sua ultima criação, o Mighty Number 09 (O Poderoso Numero 09) chamado de Beck para ajudar seus irmãos Mightys e descobrir a origem deste vírus.

A historia me gradou. Por ser um jogo de introdução eles não poderiam usar uma trama do tipo "Beck contra um oponente nível divino". Inafune tomou o cuidado de diferencia-lá da historia de Mega Man, principalmente no fato de não haver realmente um "Dr. Wily".
O fato do Inafune dar uma diferença/importância ao Mighty No. 07 Brand me chamou a atenção pelo fato de que ele foi o único a não estar completamente dominado, e tentar conversar, nem que só um pouco com o Beck. Isso mais seus poderes o fizeram se tornar o meu preferido ao lado de Beck.
Outro ponto positivo é o fato de que após derrotarmos os 'Mightys', eles não 'morrem/desaparecem', e sim se tornam aliados nos ajudando em outros Stages tanto em jogabilidade quando em conselhos. Isso passa ainda mais a sensação de que eles são uma família de verdade.

Gráficos:
A famosa 'Explosão Pizza', enquanto muitos consideram uma falha de gráfico, outros consideram uma escolha de arte para o jogo!
Poderiam fazer pelo menos os personagens abrir e fechar suas bocas durante os dialogos.


Estes todos já estão cansados de saber que poderiam ser melhor. Na minha visão, o que eles poderiam ter feito pelo menos era colocar uma animação de fala para os personagens, com suas bocas se mexendo ao invés de ficar constantemente abertas. Creio que o nível de gráficos aqui fica no nível Nintendo 3DS (Sim, Quase todos discordam disso, mas é como eu vejo xD).



Musica:


Essa é a parte que ficou meio "triste". As musicas são "normais", mas ao terminar o jogo pela primeira vez, eu não me lembrei de nenhuma a não ser a musica tema do jogo. Esse é um dos pontos mais fortes de Mega Man/Rockman (Desculpem a comparação), mas aqui ficou bem neutro sabem?


Jogabilidade:



Pra mim a melhor parte do jogo, mas isso deve-se ao fato de que sou fã de Mega Man/Rockman. Os desafios e dificuldades lembram muito bem a serie clássica, porém ainda sim Mega Man é mais difícil no final do dia, principalmente pela adição do Dash (Mega Man possui o Slide (Deslisar), mas nem de longe é tão apelativo quanto do Dash(Impulso ou Ímpeto)).

O 'Dash' de Beck deixa o jogo com mais opções e bem rapido o que passa demais a sensação de que o jogo foi criado pensando nos 'Speedrunners'.

Os Stages são bem diferentes um do outro, o que considero um ponto positivo. Um Stage que quero dar atenção é o do Mighty No 8 – Countershade, onde o Stage é infinito e a sua missão é achar e atacar o próprio Countershade que está brincando de “Pegá-Pegá” com o jogador até ele se cansar e te enfrentar de frente. Muitas pessoas acharam isso chato e 'infantil', porém eu vejo isso como algo novo.

Uma das coisas que o Inafune colocou no jogo e que eu não achei ruim (diferente da fanbase), foi após a derrota de um Boss, quando você for selecionar um outro Boss, se caso ele for fraco contra a arma que você adquiriu, será exibido na tela de seleção essa informação. Isso facilita o modo de jogo, algumas pessoas acham que isso tirou a graça. Eu achei "normal". A pessoa pode optar por ignorar isso.

Algo que pode incomodar, é a constante conversa entre os personagens que acontece durante o gameplay, pois devido a velocidade do jogo, você não consegue prestar tanta atenção nelas.


Ray  (DLC):



A única parte que não posso comentar muito pois não adquiri esta personagem que é uma DLC, entretanto, pelo o que vi em vídeos e por sua historia, a considero uma ótima personagem e pode se considerar um modo mais difícil do jogo devido uma 'falha' em seu desenvolvimento xD

Minha Nota: 8.5



No fim, minha nostalgia e diversão durante o jogo superaram os pontos negativos do jogo incluindo os gráficos.

Acho interessante a ultima frase do jogo, dita por Dr. Blackwell:
"Só o tempo dirá se esse Mighty No. 9, "Beck", será uma benção, ou uma maldição".

Pois se encaixa na realidade, só tempo diria se o jogo seria Bom/Benção ou Ruim/Maldição.